Manutenção, conserto e construção de instrumentos de corda.
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Sou luthier de guitarras, baixos, violões e afins e engenheiro elétrico de formação. Minha oficina fica em Mogi das Cruzes e atendo também São Paulo, Suzano, Guararema, Arujá e São José dos Campos. Se precisar de uma mãozinha com seu instrumento, tiver dúvidas ou curiosidades, entre em contato ou deixe um comentário. Divirta-se! Herbert Tiede.
O dono desse violão com cordas de aço me disse que este estava trastejando. Além disso, ele optou por reduzir a espessura do encordamento para que o violão ficasse mais macio.
Ao examinar o braço, notei que o alívio (leve curvatura para frente) estava acentuado. Vejam o vão entre a régua e os trastes.
Isso explica a sensação de "violão duro" mas não o trastejamento. Com a curvatura acentuada as cordas ficam mais distantes dos trastes e não deveriam trastejar. Em vez de apertar o tensor para aumentar o espaço entre cordas e trastes, optei por afrouxar o tensor deixando o braço quase reto e diminuir a distância entre cordas e trastes.
Isso melhorou o conforto e maciez do violão. Essa melhora favorece a digitação dos acordes que, consequentemente, diminuiu o trastejamento.
O recorte pra acessar as últimas casas deu bastante trabalho. Como as curvas são bastante acentuadas, foi preciso aquecer o friso com um soprador térmico pra pré-moldar a curva.